sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Windows AIK – Criando uma imagem de instalação autonoma do Windows 7


Windows AIK – Criando uma imagem de instalação autonoma do Windows 7
Este processo inicial já garante os drivers na maquina

Esse não é um assunto recente e se mantem no interesse de end-users e IT Pros da plataforma Microsoft a muito tempo.

É comum encontrarmos ambientes onde há necessidade de realizar uma implementação de sistema operacional em massa – diversos equipamentos simultaneamente.

Também é conhecido que o processo de instalação de um sistema operacional é dispendioso devido a ser necessário a intervenção do usuário, caso o mesmo não seja autonomo.

Atualmente, temos diversos aplicativos como nLite para o Windows XP, vLitepara o Windows Vista e o RT Se7enLite para o Windows 7 que permitem criar uma instalação quase 100% autonoma (não assistida é outro termo mais utilizado).

Estes aplicativos não possuem suporte para opções como criação/formatação de volumes por exemplo.

Todas as ferramentas de terceiros mencionadas no último parágrafo são freeware. Entretanto, a própria Microsoft disponibiliza uma tool de uso incrível e que permite criar uma instalação do Windows 100% autonoma. Esta tool tem o nome de Windows Automated Installation Kitou mais comumente chamada de Windows AIK.

A princípio, o Windows AIK é uma tool destinada a parceiros OEM, grandes empresas e System Builders para facilitar a instalação, implementação e personalização de um sistema operacional Windows e novos equipamentos.

É importante mencionar que as ferramentas de terceiros citadas anteriormente para o Windows Vista e Windows 7 não trabalham nativamente com o arquivo INSTALL.WIM, arquivo este que possui as versões dos sistemas operacionais.

Ambas precisam do Windows AIK instalado para poderem manipular o arquivo INSTALL.WIM utilizando o utilitário ImageX.

Usando o Windows AIK, podemos personalizar, por exemplo, todo o processo de instalação do WindowsVista+SP1/7/Server 2003/2008/R2, sendo necessário apenas inserir a midia de instalação no novo equipamento e aguardar o térnimo do processo.

A bem da verdade, podemos fazer muitas configurações referente ao Windows com esta ferramenta. Podemos definir configurações para componentes do Windowscomo Internet Explorer, Windows Media Player, criar usuário, definir senhas, papel de parede, informações de OEM, suporte, network, enfim…

Deixando um pouco os conceitos técnicos sobre a tool, vamos ver abaixo o que é necessário para criarmos uma imagem completamente autonoma do Windows 7 com o Windows AIK.

Aqui estão os requesitos necessários:

  1. Um DVD de instalação ou uma imagem (.ISO) do Windows 7.
  2. Efetuar o download e/ou instalar o Windows AIK em um computador. Faça o download aqui do Windows AIK.

É isso o que precisamos inicialmente caro leitor, incluindo também um pouco de paciência caso em uma primeira tentativa de implementação, o processo não ocorra corretamente.

Enfim, seguindo todos os passos aqui informados por mim, estará garantida uma instalação com sucesso.

Vamos começar e colocar os dedos no mouse e teclado!


O processo de instalação do Windows 7, ao contrário do Windows XP, já vem de fábrica em formato de imagem no arquivo [DVD]:\sources\install.wim (artigo sobre um dos métodos para recriar essa imagem), mas notamos que nem sempre todos os dispositivos dos nossos PCs são reconhecidos pelo banco de drivers que a acompanha.

Existem basicamente três métodos para garantir que todos os drivers serão instalados:

1.      Processo manual de instalação de cada driver após o setup do Windows (fora de cogitação quando precisamos implementar em larga escala)

2.      Oferecer os drivers através de ferramentas/sistemas de implementação como: Windows Deployment Services (WDS), Microsoft Deployment Toolkit (MDT) ou System Center Configuration Manager (SCCM)

3.      Injetar os drivers diretamente na imagem em formato .WIM

O método mais comum em grandes implementações é o número 2, mas quando por alguma razão não podemos usar nenhuma dessas formas o que podemos fazer?

Para o processo abaixo vou cobrir a opção 3, bem interessante porque exemplifica um dos usos da ferramenta Deployment Image Servicing and Management (DISM) para manipulação offline de imagens de instalação ou imagens de boot (ex.: [DVD]:\sources\boot.wim ou Windows PE).

Lista de Material:

·         Um PC com o Windows AIK instalado (link para download)

·         Uma imagem de instalação do Windows 7 em formato .WIM (se não tiver nenhuma use o arquivo [DVD]:\sources\install.wim do DVD do Windows 7, usado para ilustrar os passos a seguir)

·         Crie a seguinte estrutura de pastas nesse PC: C:\imagem\offline e C:\imagem\drivers

·         Copie um ou mais drivers (organizados em pastas individuais) na estrutura C:\imagem\drivers

Passo-a-passo:

1.      De posse de um PC com o AIK instalado copie o arquivo install.wim para a pasta C:\imagem\

2.      Abra o Prompt de Comandos como administrador (botão direito do mouse sobre o atalho, Executar como Administrador) e execute:

3.      Dism /Get-WimInfo /WimFile:C:\imagem\install.wim

Esse comando retorna quais imagens fazem parte desse arquivo .WIM (esse formato suporta múltiplas imagens num mesmo arquivo físico). Anote o número do Índice da imagem que você quer manipular, que no meu caso é o número 1.

4.      Dism /Mount-Wim /WimFile:C:\imagem\install.wim /Index:1 /MountDir:C:\imagem\offline

Esse processo vai abrir na pasta C:\imagem\offline todo o conteúdo da imagem selecionada no arquivo .WIM e identificada pelo Index:1, permitindo manutenção offline como: troca de arquivos, instalação de hotfix, injeção de drivers, etc. Esse processo pode levar alguns minutos.

5.      Agora você tem duas opções para injetar drivers:

1.      Individualmente: você precisa indicar o caminho de cada arquivo .INF, como no exemplo a seguir:
Dism /Image:C:\imagem\offline /Add-Driver /Driver:C:\imagem\drivers\Toaster\toaster.inf  ou Dism /Image:C:\imagem\offline /Add-Driver /Driver:C:\imagem\drivers\audio\R266088\WDM\STWRT.inf

2.    Em lote: você indica apenas o caminho da pasta “pai”, e todos os drivers possíveis (mesmo os que estão subpastas) serão adicionados:
Dism /Image:C:\imagem\offline /Add-Driver /Driver:c:\imagem\drivers /Recurse
                                                                        (USAR ESTA OPÇÃO.)

6.      Para conferir os novos drivers que foram instalados execute:
Dism /Image:C:\imagem\offline /Get-Drivers

7.      Para remover algum desses drivers use a sintaxe:
Dism /image:C:\imagem\offline /Remove-Driver /driver:oem1.inf

8.      Para persistir essas alterações na imagem execute:
Dism /Unmount-Wim /MountDir:C:\imagem\offline /Commit
Troque o parâmetro /Commit por /Discard caso queira descartar as alterações

O procedimento acima alimenta a base nativa de drivers do Windows com os que você indicou, tornando a etapa Plug&Play mais eficiente.



Primeiramente, e necessário copiar o conteúdo do DVD de instalação do Windows 7 se possuir um ou, caso tenha a imagem (.ISO), usar um extrator como MagicISO, por exemplo, para extrair todos os arquivos da imagem.

Crie o seguinte diretório para que possamos usar os comandos aqui informados sem muitas alterações:

C:\Windows7\MyCustomImage

Copie para este diretório o conteúdo do DVD de instalação que possuir ou extraia os arquivos da imagem .ISO para o mesmo.

Após conluir o processo de cópia/extração dos arquivos de instalação do Windows 7, vamos instalar o Windows AIK. O processo é muito simples e não demanda muita explicação sobre o mesmo. O arquivo a ser baixado está em formato ISO. Logo, grave-o em uma midia DVD ou extraia os arquivos com o software que usou para extrair os arquivos do Windows 7 se possui uma imagem.

Insira o DVD onde gravou a imagem do Windows AIK ou execute o arquivo XXX onde extraiu os arquivos da imagem para ser exibida a imagem do Windows AIK Setup abaixo:


Windows AIK Setup

Escolha a opção destacada na cor AZUL Windows AIK Setup e siga o processo de instalação sem alterar nenhuma das configurações.

Após ter finalizado o processo de instalação do Windows AIK, vamos começar a trabalhar com a imagem do Windows 7 que temos e desejamos tornar autonoma.

Abra o console do Windows SIM (System Image Manager) navegando até o seguinte caminho: Start > All Programs > Windows AIK > Windows System Image Manager. Clique com o botão direito sobre o atalho e escolha Run as administrator.

Ao clicar neste atalho, será exibida a seguinte interface do console onde iremos trabalhar com os atributos do Windows PE na imagem do Windows 7:


Windows SIM Dashboard

Esta é a interface gráfica do Windows SIM ou Windows System Image Manager, sem muita poluição visual, completamente limpa e pronta para o trabalho que iremos fazer.

Vamos agora começar a trabalhar com a nossa imagem para customiza-la e torná-la autonoma. Clique no botão File > Select Windows Image na barra de ferramentas do Windows SIM como na imagem abaixo.


Select Windows Image

Em seguida será aberta uma janela do Windows Explorer para que o arquivo install.wim seja selecionado. Se lembra do diretório em comum que criamos no inicio? Navegue ate o seguinte local:

C:\Windows7\MyCustomImage\Sources\

Dentro deste local está o arquivos que precisamos abrir, o install.wim. Localize o arquivo como na imagem abaixo, selecione com um clique e depois clique em Open ao lado direito inferior como na imagem abaixo:


Install.wim File Resource

Perfeito! O próximo passo é selecionar qual versão do Windows 7 iremos customizar como podemos ver na imagem a seguir. Neste exemplo estou usando a versão do Windows 7 Ultimate, mas pode ser a versão que o leitor possuir.


Select your Windows 7 Version

Após selecionar a versão, já podemos ver uma alteração na dashboard do Windows SIM em Windows Image Pane onde temos a versão escolhida e as opções de Components e Packages.


Windows SIM - Image Pane

No Windows Imagem Pane encontramos os componentes e pacotes necessários para automatizar uma instalação do Windows.

Nosso passo seguinte é criar um arquivos de resposta (Anwser File) que será usado para armazenar as configurações autonomas do Windows 7 que serão lidas/utilizadas pelo Windows Setup no momento da instalação.

Para criar um novo arquivo de resposta, clique no botão File > New Anwser File no menu do Windows SIM como na imagem abaixo:


New Answer File

Já podemos visualizar mais uma mudança no Windows SIM Dashboard em Answer File Pane como mostrado na imagem abaixo:


Windows SIM - Answer File Pane

No Answer File Pane encontramos todos os componentes e pacotes inseridos no arquivo de resposta e as configurações feitas para tornar a instalação do Windows autonoma.

Neste momento iremos começar a inserir os componentes necessários para podermos configurar o arquivo de resposta. No Windows Image Pane, expanda o item Components e procure por x86_Microsoft-Windows-International-Core-WinPE_6.1.7600.16385_neutral como na imagem abaixo:


Windows Image Pane - Select Components

Após localizar o componente informado anteriormente, clique com o botão direito sobre o mesmo escolha a opção Add Settings to Pass 1 WindowsPE como na imagem abaixo:


Add Selected Components

Mais uma alteração é feita no Windows SIM Dahboard em Answer File Pane como vemos nas imagens abaixo:


Answer File Pane - View Components

Neste momento precisamos inserir as configurações necessárias para este componente que irá informar para o Windows Setup informações como layout do teclado (InputLocale), idioma (SystemLocale), idioma da interface (UILanguage) e o país (UserLocale).

Na imagem abaixo vemos as configurações necessárias para o componente x86_Microsoft-Windows-International-Core-WinPE_neutral.


Answer File Pane - First Attributes

Neste componente temos as seguintes configurações:

  • InputLocal = 00010416 (idenficador hexadecimal que informa ao Windows Setup o layout Portuguese (Brazilian ABNT2).
  • SystemLocale = pt-BR
  • UILanguage = pt-BR
  • UserLocale = pt-BR

Se fosse uma instalação do Windows 7 em inglês americano, teriamos que substituir os atributos informados anteriormente por en-US apenas e em ImputLocale atribuir o hexadecimal 00020409 (United States-Internation) por exemplo, como é o meu caso pois uso um equipamento com teclaro americado e Windows 7 en-US.

Abaixo temos as configurações feitas para o componente SetupUILanguage:


SetupUILanguage Component

Neste componente temos apenas um atributo de configuração necessário, UILanguage que define o idioma da interface de instalação do Windows Setup.

Este atributo está configurado como pt-BR e se o idioma usado pelo Windows Setup fosse, por exemplo, inglês, teriamos que alterar o valor para en-US. O atributo WillShowUI está definido automaticamente como OnError o que fará ser exibida a interface do Windows Setup apenas se algum erro ocorrer nesta etapa.

Agora que já vimos como adicionar e inserir os atributos, vamos adicionar todos os componentes necessários para a instalação e depois configurá-los.

Volte o foco para o Windows Image Pane e localize/adicione os seguintes componentes:

  1. x86_Microsoft-Windows-Internation-Core_6.1.7600.16385_neutral (Add Settings to Pass 7 oobeSystem)
  2. x86_Microsoft-Windows-Setup_6.1.7600.16385_neutral (Add Settings to Pass 1 WindowsPE)
  3. x86_Microsoft-Windows-Shell-Setup_6.1.7600.16385_neutral (Add Settings to Pass 4 Specialize)
  4. x86_Microsoft-Windows-Shell-Setup_6.1.7600.16385_neutral (Add Settings to Pass 7 oobeSystem)

Após ter inserido estes componentes, é necessário remover os subcomponentes desnecessários para a instalação autonoma. Se inseriu todos os componentes anteriormente informados usando as opções entre parenteses, você terá no Answer File Pane uma exibição idêntica a da imagem abaixo:


Answer File Pane - All Components

Para remover um subcomponente, expanda o componente, clique com o botão direito do mouse sobre o mesmo e escolha Delete como na imagem abaixo ou simplesmente selecione com um clique e pressione Delete.


Delete Components

Devemos deixar apenas os subcomponentes mostrados na lista abaixo para podemos dar continuidade em nossas configurações:

OBS: Remova também o subcomponente OEMInformation que é desnecessário.


Final Components

Verifique se está realmente idêntica a sua configuração com a imagem a seguir e vamos continuar a configurar nosso arquivo de resposta para a instalação do Windows 7.

Selecione o subcomponente DiskConfiguration como na imagem abaixo e coloque ao atributo WillShowUI o valor OnError. Essa configuração define que somente se houver error no momento da configuração a interface será mostrada.


Disk Configuration

Agora precisamos definir a criação e configuração das partições necessárias para o Windows Setup. Clique com o botão direito sobre DiskConfiguration e escolha Insert New Disk como na imagem abaixo:


Insert New Disk

Em Disk, configure o atributo DiskID de acordo com a identificação do disco nas controladoras IDE/SATA em seu equipamento. Por exemplo, um disco que esteja na controladora SATA ZERO receberá a DiskID ZERO, um disco na controladora IDE 0 como master, receberá também o DiskID ZERO .


Disk Attributes

Neste exemplo, assumo que estamos configurando a instalação em um único disco, logo, o DiskID que deve utilizar é o número ZERO (0) como vemos na imagem abaixo. O atributo WillWipeDisk define se o Windows Setup irá apagar todos os dados de todas as partições existentes no disco antes de começar a configurar as novas partições. Configure o WillWipeDisk como False.


Disk Attributes

Após usar a opção Insert New Disk, dois novos subcomponentes (Disk/CreatePartitions e Disk/ModifyPartitions) serão mostrados como na imagem abaixo:


Disk Subcomponents

Agora que já temos os dois itens necessários para criar as partições, vamos ver como configurá-los corretamente. Clique com o botão direito sobre o subcomponente CreatePartitions e escolha a opção Insert New CreatePartition (crie dois novos subcomponentes) como na imagem abaixo:


Insert New Create Partition

Um novo subcomponente irá surgir abaixo de CreatePartitions os atributos necessários para definirmos uma partição no Windows Setup como na imagem abaixo:


CreatePartition Attributes

Inicialmente, precisamos ter dois CreatePartition, um para criar a partição onde serão armazenados os arquivos de boot do Windows 7+Windows RE (Recovery Environment) e um para criar a partição onde será instalado os bits do Windows 7.

Abaixo estão as imagens de ambos os atributos configurados para as duas partições que iremos criar nesta instalação autonoma:


Windows Utility Partition Attributes


Windows 7 Partition Attributes

Vamos entender o que os atributos das imagens anteriores definem:

  • Extend configura se a partição será um volume estendido ou não. Altere este apenas se for necessário. Por default ele está como False.
  • Order define qual é a ordem de criação da partição partindo do número 1. Em nossa instalação será criada a partição do Windows RE+Boot (1) primeiro e em seguida a partição para instalação do Windows 7 (2).
  • Size define o tamanho em megabytes (MB) da partição. Para uma partição de 30GB devemos informar 30000, por exemplo.
  • Type define o tipo da partição: Primary, EFI, Extended, Logical ou MSR.

Para a partição de Windows RE+Boot files é recomendado que seja utilizado 200MB. Podemos perceber que para a segunda partição eu não defini um tamanho no atributo Size. Porque? Justamente para ser aproveitado todo o espaço restante do disco para a instalação.

Caso seja de sua vontade definir um tamanho, o faça sem problemas. Aqui omitir o atributo foi propositalmente para informar que ao deixá-lo em branco, estamos informando ao Windows Setup que use todo o espaço desalocado restante.

Vamos agora configurar as modificações a serem feitas nas partições. Clique com o botão direito sobre o item ModifyPartitions e escolha a opção Insert New ModifyPartition, faça isso duas vezes, como na imagem abaixo:


Insert New ModifyPartition

Teremos como resultado dois subcomponentes ModifyPartition como na imagem abaixo:


ModifyPartition Attributes

Vamos entender agora o que são os atributos disponíveis neste subcomponente:

  • Active define se a partição é ativa (true) ou não (false).
  • Extend define se a partição é um volume estendido (true) ou não (false).
  • Format define o sistema de arquivos da partição NTFS ou FAT32.
  • Label define o nome que pode ser atribuído a partição.
  • Letter define a letra (C, D, E, etc.) atribuída a partição.
  • Order define em que ordem serão feitas/aplicadas as alterações na partição.
  • PartitionID define o identificado da partição que irá receber as configurações.
  • TypeID define o tipo da partição. Para Utility Partition (Windows RE + Boot Files) deve se usar 0×27 e para Windows Data Partition (Windows, Aplicações, etc.) deve se usar 0×7.

Agora que já entendemos o que são os atributos disponíveis neste subcomponente, configure seus atributos como mostrados nas duas imagens abaixo:


ModifyPartition Windows Utility Partition


ModifyPartition Windows 7

Já temos até então todo o processo de criação de partições e opções iniciais da interface do Windows Setup configuradas.

Vamos agora informar ao Windows Setup o local onde serão instalados os bits do Windows 7 encontrados na imagem. Selecione o subcomponente ImageInstall/OSImage como na imagem abaixo:


ImageInstall/OSImage

Neste componente, há apenas dois atributos a serem configurados. InstallToAvailablePartition define se o Windows Setup irá instalar o Windows 7 na primeira partição com espaço suficiente disponível (true) ou se a partição a ser usada será definida manualmente (false).

WillShowUI, nesta altura do How Do I já é mais que conhecido, Always mostra a UI, OnError mostra apenas se ocorrerem erros e Never não exibe a UI mesmo com erros.

Configure este subcomponente como mostrado na imagem abaixo:


ImageInstall/OSInstall Attributes

Selecione agora com um clique o componente ImageInstall/OSImage/InstallFrom como na imagem abaixo:


ImageInstall/OSImage/InstallFrom

Neste componente podemos configurar que versão do Windows 7 desejamos instalar de forma autonoma. Clique com o botão direito sobre ImageInstall/OSImage/InstallFrom e escolha a opção Insert New Metadata como na imagem abaixo:


Insert New Metadata

Podemos ver agora um novo subcomponente chamado Metadata em ImageInstall/OSImage/InstallFrom.


Metadata Attributes

Dentro deste subcomponente temos dois atributos:

  • Key que indica parte do caminho absoluto do metadado da versão do Windows 7 na imagem install.wim.
  • Value receberá um valor de acordo com o valor inserido em Key anteriormente.

Os valores possíveis para o atributo Key são:

  • /IMAGE/INDEX (Número de index que idenfitica uma versão dentro do install.wim)
  • /IMAGE/NAME (Nome atribuído a versão dentro do install.wim)
  • /IMAGE/DESCRIPTION (Nome da imagem atribuído dentro do install.wim)

Os valores para o atributo Value seguem a ordem abaixo:

  • 1 (Windows 7 Starter), 2 (Windows 7 Homebasic), 3 (Windows 7 Home Premium), 4 (Windows 7 Professional) e 5 (Windows 7 Ultimate).
  • WINDOWS 7 STARTER, WINDOWS 7 HOMEBASIC, WINDOWS 7 HOMEPREMIUM, WINDOWS 7 PROFESSIONAL e WINDOWS 7 ULTIMATE.
  • Nome de uma imagem já personalizada, por exemplo, Windows 7 Ultimate (DELL Optplex 360).

Na imagem a seguir, usei no atributo Key o valor /IMAGE/NAME e como Value o valor WINDOWS 7 ULTIMATE:


Metadata Attributes Done

Selecione agora com um clique o subcomponente ImageInstall/OSImage/InstallTo como na imagem a seguir:


ImageInstall/OSImage/InstallTo

Aqui os atributos disponíveis também são apenas dois. DiskID define o número do disco onde será instalado o Windows 7. PartitionID define o número da partição onde será instalado o Windows 7. Estas informações estão configuradas nos subcomponentes DiskConfiguration.

Configure seu arquivo de resposta com o DiskID tendo o valor ZERO (0) e PartitionID tendo o valor DOIS (2) que é a partição onde iremos instalar o Windows 7. Siga a imagem a seguir para fazer as configurações:


InstallTo Attributes Done

Nosso próximo passo é configurar o componente UserData. Selecione o componente com um clique como na imagem abaixo:


UserData

Neste componente temos os atributos para aceitar o termo de uso da Microsoft (AcceptEULA), informar o nome do proprietário da licença (FullName) e o nome da organização (Organization).

Configure os atributos com seu nome e organização e marque como true o termo de licença. Você deve ter os atributos iguais aos da imagem a seguir:


UserData Attributes Done

Selecione agora o subcomponente UserData/ProductKey com um clique simples para vermos os atributos disponíveis como na imagem abaixo:


UserData/ProductKey

Neste subcomponente você deve informar sua ProductKey corretamente no atributo Key e em WillShowUI definir como OnError. Faça a atribuição das informações para ficar como na imagem a seguir:


UserData/ProductKey Attributes Done

Vamos agora configurar os atributos referentes as informações de registro (OEM) e nome do equipamento. Selecione como na imagem a seguir com um clique do mouse o componente 4 specialize\x86_Microsoft-Windows-Shell-Setup_neutral:


Specialize Components

Neste componente iremos usar o seguinte atributo:

  • ComputerName para informarmos o nome do equipamento em que será instalado o Windows 7.

Configure os atributos informados anteriormente corretamente de forma que fica como na imagem abaixo:


ComputerName Attribute

Selecione agora o subcomponente OEMInformation para prosseguirmos com as configurações no arquivo de resposta como na imagem abaixo:


OEMInformation Attributes

Neste componente iremos usar os seguintes atributos para personalizarmos as informações de OEM – aquelas informações de suporte que vemos em equipamentos de grandes Players como DELL, HP, etc. nas propriedades do sistema:

  • HelpCustomized para informarmos que não (false) há um arquivo de Help específico.
  • Manufacturer para informarmos o nome do fabricante do equipamento.
  • Model para informarmos o modelo do equipamento.
  • SupportURL caso houver um website para se obter suporte.

Faça suas configurações de acordo com seu desejo para ficarem de forma parecida com as informadas na imagem abaixo:


OEMInformation Attributes Done

Vamos para o próximo componente como selecionado na imagem abaixo 7 oobeSystem/x86_Microsoft-Windows-Internacioal-Core_neutral:


OOBE Components

Este componente segue os mesmos moldes do primeiro componente que configuramos no inicio do post. Faça as configurações como na imagem abaixo para Português Brasil:


OOBE Attributes Done

Em seguida vamos usar o componente selecionado na imagem abaixo 7 oobeSystem/x86_Microsoft-Windows-Shell-Setup_neutral para configurarmos algumas informações como empresa e proprietário registrado, time zone e suporte OEM.


OOBE Shell-Setup

Neste componente iremos utilizar os seguintes atributos para configurarmos o que desejamos:

  • RegisteredOrganization para informarmos o nome da organização que desejarmos.
  • RegisteredOwner para informarmos o proprietário do equipamento.
  • TimeZone para informarmos o local correto para sincronizar o horário do Windows 7.

INFO: O valor  informar ao Windows 7 que estamos definindo o horário (UTC-03:00) Brasilia. Se for necessário configurar outro tipo de TimeZone, execute no Command Prompt o comando tzedit /g para mostrar o TimeZone atual ou tzedit /l para exibir a lista completa de TimeZones disponíveis no Windows.


OOBE Shell-Setup Attributes

Pefeito caro leitor! Estamos chegando na reta final das configurações do arquivo de resposta. Vamos agora configurar alguns atributos importantes como Wireless UI, Network Location, etc.

Selecione o componente OOBE como na imagem abaixo para vermos os atributos disponíveis:


OOBE Attributes

Neste momento iremos configurar os seguintes atributos em nosso arquivo de resposta:

  • HideEULAPage para não ser exibido (true) o termo de licença de Software da Microsoft.
  • NetworkLocation para definirmos o tipo de rede que possuimos (Home, Work, Public).
  • ProtectYourPC para informar as diretivas de updates (1 para nível recomendado, 2 para apenas updates importantes e 3 para desativar a proteção automática).

Há o atributo HideWirelessSetupInOOBE que pode ou não ser utilizado. Caso possuia um notebook, netbook ou um equipamento que possua uma interface Wireless, não altere este atributo. Caso não tenha uma interface Wireless, configure este atributo true para suprimir a interface no Windows Setup.

Vejamos na imagem abaixo como devemos configurar este componente:


OOBE Attributes Done

Vamos agora para a parte final do arquivo de resposta. Selecione o componente UserAccounts/LocalAccounts como na imagem a seguir:


UserAccounts/LocalAccounts

Clique então com o botão direito do mouse sobre este componente e escolha Insert New LocalAccount como na imagem abaixo:


Insert New LocalAccount

Dois novos subcomponentes LocalAccount e LocalAccount/Password serão exibidos como na imagem a seguir:


LocalAccount Attributes

O componente LocalAccount possui atributos bem simples de se entender. Eis os atributos que iremos utilizar:

  • Description para descrever a de conta de usuário.
  • DisplayName para informar o nome a ser exibido na tela de logon.
  • Group para informarmos a qual grupo local a conta deve pertencer.
  • Name é o nome da conta a ser criada no Windows 7.

Vemos na imagem a seguir um exemplo de conta a ser criada. Neste exemplo eu informei ao arquivo de resposta que desejo criar um usuário com descrição Administrator User, de nome a ser exibido AdminUser, pertencente ao grupo Local Administrators e com o nome da conta adminuser.


LocalAccount Attributes Done

Cabe dizer aqui que está etapa é flexível e irá variar de acordo com a necessidade (quantas contas de usuários se deseja criar) de cada usuário. Adicione quantas forem as contas de usuários a serem criadas e repita os passos.

O próximo passo e final é configurar uma senha para cada nova conta a ser criada no Windows 7. Selecione o componente Password como na imagem abaixo:


Password Attributes

Há apenas um atributo a ser informado, Value onde você deve informar a senha da conta a ser criada como pode ver na imagem abaixo:


Password Attributes Done

Parabens caro leitor! Você acabou de configurar o arquivo de resposta para uma instalação autonoma do Windows 7. Agora, vamos validar o arquivo para garantir que todos os atributos de preenchimento obrigatório foram feitos no arquivo.

Na interface do Windows SIM, clique em Tools > Validate Answer File como na imagem abaixo:


Validate Answer File

Se todos os atributos obrigatórios estiverem com preenchidos, não haverá mensagem de erro alguma no Message Pane do WIndows SIM como podemos ver na imager a seguir:


Message Pane

Se houvessem erros críticos a serem corrigidos, seriamos informados no Message Pane como nas imagens abaixo:


Message Pane Error


Message Pane Error Location

O Windows SIM possui uma análise que informa onde estão os atributos a serem configurados. Retorne até o local informado e faça a configuração.

Agora, vamos salvar o arquivo no local correto. Clique em File > Save Answer File no Windows SIM, navegue até o local C:\Windows7\MyCustomImage e salve o arquivo com o nome Autounattend.xml. O arquivo deve ser salvo no mesmo local onde o arquivo Setup.exe do Windows 7 está localizado.

Para completar o processo, vamos criar uma imagem para esta instalação autonome do Windows 7.

Navegue até o seguinte local para executar o Deployment Tools Command Prompt:

Start > All Programs > Windows AIK > Deployment Tools Command Prompt

Execute este utilitário de linha de comando como Administrator (botão direito e Run as administrator).

Após executar o utilitário, teremos uma interface semelhante a do Command Prompt tradicional do Windows como vemos na imagem abaixo:


Deployment Tool Command Prompt

Para criarmos nossa imagem autonoma iremos utilizar a ferramenta OSCDIMG para gerá-la. Crie o diretório C:\CustomImage para ser armazenada a nova imagem.

O comando a ser executado é o seguinte:

oscdimg -n -m -bC:\Windows7\MyCustomImage\boot\etfsboot.com C:\Windows7\MyCustomImage C:\CustomImage\Windows7UltimateAuto.iso

Entendendo os parametros do comando:

  • -n habilita nomes longos para a imagem.
  • -m informa ao comando que ignore o limite de tamanho máximo para uma imagem.
  • -bPath informa onde localizar o arquivo de boot para a imagem.
  • C:\Windows7\MyCustomImage local onde se encontram os arquivos do Windows 7+Autounattend.xml
  • C:\CustomImagem\Windows7UltimateAuto.iso é o local e nome do arquivo de imagem a ser gerado.

Digite o comando anteriormente informado no Deployment Tools Command Prompt e pressione ENTER para começar o processo como na imagem a seguir:


Deployment Tool CMD Progress


Deployment Tool CMD Done

Sucesso meu caro leitor! Como na última imagem o processo foi feito com êxito e já está disponível a imagem autonoma que você precisa para uma instalação do Windows 7.

Agora o que você precisa é usar o software qualquer para gravar a imagem em um DVD ou usar a ferramenta da como o A Bootable USB para gravar a imagem ISO, tornar a USBKey bootável e pronto.

Já temos uma imagem em um dispositivo pronto para ser usada meu caro leitor!

É isso meu caro leitor! Espero que as informações aqui expressas sejam de bom uso em seu dia a dia já que é um processo muito comum de ser procurado por end-user e IT Pros para otimizarem o uso de tempo neste processo – instalar o sistema operacional.


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Desmontando notebook Win da cce

Neste artigo será demonstrado, algumas fotos para desmontar um note book Win da CCE.





Cuidado com os pequenos cabos.



Lembrar sempre que os cabos flat`s são sensíveis.

Bom serviço!!!





segunda-feira, 23 de maio de 2011

A Câmera de Rede PoE com Pan/Tilt/Zoom

A Câmera de Internet PoE com Pan/Tilt/Zoom  é uma câmera de vigilância completa projetada para monitorar residências, escritórios e pequenos negócios. Os sistemas de vigilância IP estão rapidamente ganhando terreno em relação às câmeras de segurança CFTV em função do desempenho superior, baixos custos e gerenciamento conveniente. Recursos tais como suporte Power over Ethernet (PoE), zoom óptico 2.6x, áudio bidirecional SIP, e suporte a telefones celulares 3G tornam essa câmera de rede uma solução de vigilância de destaque.
Localização Ideal
Com os recursos de Pan/Tilt/Zoom, a vigilância se torna ideal para todo o ambiente. Monte a câmera no teto ou na parede e receba uma vigilância completa dos ambientes. O suporte a Power over Ethernet (PoE) 802.3af permite que a mesma receba alimentação e dados via um cabo Ethernet RJ-45 de um switch PoE, eliminando a necessidade de uma fonte de alimentação. Algumas especificas suportão áudio bidirecional com microfone incorporado e porta de saída de áudio*. Insira um alto-falante energizado na saída de áudio e comunique-se remotamente com qualquer pessoa próxima à câmera.
Adicionalmente, você pode utilizar o Gabinete de Câmera IP Externo para monitorar e analisar ambientes externos.
Qualidade de exibição
Em sua maioria as mesmas suportão MPEG-4 e Motion JPEG (MJPEG) para fornecer formatos de compressão de alta qualidade e eficientes do ponto de vista da largura de banda. O Motion JPEG oferece maior integridade de arquivos, tornando-o ideal para situações de monitoramento detalhado. O vídeo MPEG-4 utiliza arquivos comprimidos, sendo útil para períodos de gravação prolongados ou para uso em redes com baixa largura de banda. Com suporte para zoom óptico de 2.6x e zoom digital de 4x, você pode ver a transmissão da câmera em detalhes. Além disso, a DCS-5610 suporta uma resolução de 640x480 a 30fps, permitindo gravações de alta qualidade.
Vigilância móvel 3GPP
O suporte para Vigilância Móvel 3GPP permite-lhe ver um sinal de vídeo ao vivo do seu telefone celular ou PDA compatível e habilitado para Internet com um reprodutor 3GPP instalado. Isso amplia sua capacidade de monitoramento sem exigir o uso de um computador, possibilitando que você verifique o sinal da sua câmera de vídeo enquanto está em trânsito.
Gerenciamento e monitoramento convenientes
Gerencie a mesma utilizando uma interface baseada na web ou com o software de gerenciamento . O software de gerenciamento alguns podem gerenciar até 32 câmeras de rede, enviar notificações de alerta por e-mail, configurar programações de gravação, e acionar a detecção de movimento para gravar diretamente no seu disco rígido. E alguns dos mesmos lhes permitiram também lhe permite fazer o upload de uma planta baixa da sua residência e criar um layout realista de onde as suas câmeras estão localizadas, simplificando ainda mais o processo de gerenciamento, um exemplo está no software da d-link  D-ViewCam™ que esta disponível no site 
d-link d-viewcam basta clicar e aproveitar. 

terça-feira, 3 de maio de 2011

Spiceworks IT

O Spiceworks IT Desktop oferece quase tudo que você precisa para simplificar o seu trabalho de TI. Disponível em uma variedade de línguas, Spiceworks "única interface fácil de usar e combina o inventário da rede, Help Desk, Mapeamento, Relatórios, Monitoramento e Resolução de Problemas. E, você se conecta com outros profissionais de TI para compartilhar idéias, resolver problemas e decidir quais recursos adicionais de que você precisa em Spiceworks.

E a melhor parte? É grátis, graças aos vendedores de tecnologia de ponta que patrocinam Spiceworks.
O mesmo faz o Inventário de tudo na sua rede, ou seja, o inventário de todo o seu hardware e software e outros bens de quem gosta - seja localmente ou através de múltiplas redes via segura HTTPS.

Neste inventario você pode:
•Descubrir os PCs com Windows, Mac e Linux, servidores, roteadores, impressoras e outros dispositivos desde que os mesmos sejam baseados em IP em sua rede - através de todas as varreduras completamente personalizável agente livre.

•Reunir todos os dados técnicos relevantes, incluindo remendos e serviços em cada máquina, em seguida, adicione os dados como preço de compra e localização física, deixando assim toda sua rede documentada.

•Acompanhe todos os seus softwares e garantir que você está sempre no respeito pelo acompanhamento de suas licenças, o número de instalações e chaves de produto.

•Mantenha o controle de outros activos, tais como telefones celulares e até móveis para escritório. Tudo sem agentes.

•Armazenar todas as informações de estoque local e segurança em sua rede - isso não há preocupação com os dados sensíveis que voam em toda a Internet.

Além disto você podera executar um Help Desk de TI


Se você nunca usou um help desk, Spiceworks lhe permitirá gerenciar mais facilmente seus projetos diários e solicitações de usuários - tudo a partir de uma interface. E se você já sabe muito mais fácil um help desk pode fazer sua vida, você vai se surpreender como é fácil Spiceworks é se levantar e correr!

 •Criar um bilhete em um clique se você descobrir um activo que requer sua atenção durante a navegação em sua rede Spiceworks.

•Deixe seus clientes enviar bilhetes com anexos via e-mail ou da Web e, em seguida, lhes permitem ver o estado desses bilhetes online.

•Organize os bilhetes no entanto que você escolher usando filtros totalmente personalizável.

•Definir acções baseadas em regras para definir automaticamente as datas de vencimento, atribuir os bilhetes, definir prioridades e muito mais - tudo com base em qualquer critério que você escolher.

•Enviar e receber notificações de mesa automatizada ajuda via e-mails HTML elegante que você pode personalizar com a marca de sua empresa.

•Gerenciar os bilhetes a partir de qualquer lugar usando seu dispositivo móvel e cancela comandos à mão.

•Personalizar um portal de TI para seus usuários, incluindo a marca de sua empresa e informações úteis, tais como programas de manutenção, artigos de conhecimento e FAQs.

•Atribuir bilhetes em toda a sua equipe de TI, anexá-los ao hardware de sua rede e gerenciar seus projetos.

•Facilmente executar relatórios sobre os seus bilhetes para que você possa ver as coisas como datas de vencimento e que os activos (ou mesmo departamentos!) Causam a maioria dos problemas.

Você também pode monitorar sua rede para Trouble


Fique peito do pé com o que está acontecendo em sua rede usando o Desktop Spiceworks IT.


•Veja e configurar alertas para eventos do Windows que ocorrem em seu ambiente - assim você pode facilmente detectar, diagnosticar e solucionar problemas que perturbam sua rede.

•Identificar automaticamente PCs e servidores com pouco espaço em disco, a presença de um software indesejado em sua rede, o status das atualizações de antivírus, impressoras com toner baixo e os níveis de tinta e servidores offline.

•Manter abas em coisas como o quanto a largura de banda e roteadores estão usando a saúde do seu servidor Microsoft Exchange.

•Monitore seus servidores SQL com gráficos detalhados e personalizáveis ​​que rastreiam as informações que você escolher.

•Receba alertas por email sobre potenciais problemas.

•Ver todos os monitores que você mais gosta em um local centralizado.

•Veja em tempo real monitores de desempenho do Windows.

•Mantenha-se com garantias do seu dispositivo e receber alertas antes que eles expirem.

•Monitore seu servidor de troca, bem como Rackspace hospedado e-mail para inbox limites de armazenamento, o número de caixas de correio e muito mais.

 Você podera criar um mapa de toda sua Rede


Veja um layout gerado automaticamente de seus elementos de rede e como eles se relacionam, logico da um trabalho inicial mas nada tão complexo que não se recompense no fim das contas, com um otimo mapeamento e bem estrurado com os seguintes aspectos:


•Veja como sua camada 3 dispositivos estão conectados.

•Ver o quanto de banda cada um deles está consumindo.

•Editar layout e personalizar, acrescentando dispositivos para refletir melhor a sua rede e plano de expansão da rede no futuro.

•Identificação da rede de "hotspots", onde os dispositivos ou os usuários estão consumindo a maior parte da sua banda.


E além disso ainda tem o relatório sobre sua rede


Spiceworks IT Desktop dá-lhe 20 relatórios prontos para uso, você pode usar e compartilhar com as pessoas que precisam da informação na sua empresa, o mesmo só contem um problema e em inglês e caso necessite de um relatorio especial, porém tqambem vale a pena o sofrimento incial tem um amplo aspecto de pesquisa alem de alertas, tudo por e-mail.



•Com um clique, consulte o software instalado em suas máquinas, uso de disco em toda a rede, registros de problemas que você criou no mês passado e muito mais.

•Crie relatórios personalizados que você precisa com uma interface simples - incluindo relatórios avançados do SQL para granular mostra dados sobre o seu ambiente.

•Publicar relatórios para que os outros na sua empresa pode ficar em loop.

•Exportação de qualquer relatório para PDF e Excel.

•Exchange relatório modelos úteis com outros usuários Spiceworks.

Além do mesmo ser otimo para, solucionar problemas em sua rede.


Quando surgem problemas, o Spiceworks IT Desktop ajuda você a identificar rapidamente a causa e resolver o problema, sendo assim mais objetivo e ajudar a vc ganhar tempo em suas decisoões.


•Veja qual o software em uma máquina que está fazendo com que ele seja executado lentamente.

•Veja todos os processos em execução em um dispositivo e matá-los remotamente.

•Veja um cronograma de todas as mudanças que ocorreram na sua rede.

•Inicie a ferramenta de controle remoto de dentro Spiceworks.

•Compare duas máquinas para ver quais configurações são diferentes.

•Ping máquinas para ver se eles estão online.

•Veja traceroutes para identificar o fluxo de dados.

•Identificar quando um servidor está executando fora de sua capacidade.

•"Olhe para cima" informação sobre o seu Windows identificações de evento em um clique-rápido.

Bom o melhor aspecto que você podera demonstrar é o gerenciamento seu TI Compras, pois o mesmo ajuda muito no relatorio final de apresentação de gastos.


Utilize o built-in fluxo de compra para gerenciar suas compras a partir de quando eles são solicitados até que são recebidas.

•Mantenha o controle de compras relacionadas a TI ou vinculados aos bilhetes de entrada ou de forma independente.

•Use o fluxo de compra pré-construídas para controlar os bilhetes: Aguardando aprovação - aprovado - Adquirido - Recebido.

•Veja quanto você gasta todo o seu inventário ou por dispositivo - incluindo a repartição de hardware vs tempo e trabalho.

•Ver rapidamente quais pedidos foram feitos, mas ainda não entregues.

•Use Spiceworks de pesquisar o que você está comprando, seja através da Comunidade Spiceworks, Google, ou CDW.

Essas informações foram adquiridas no site http://www.spiceworks.com/product/ você encontra também o download do produto, além logico de conseguir mais informações categoricas e atualizadas do produto que por sinal e totalmente gratuito.

sábado, 9 de abril de 2011

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Segundo NBR 17999 segurança da informação é proteger a informação de vários tipos de ameaça para garantir a continuidade do negócio, minimizar o risco ao negócio, maximizar o retorno sobre os investimentos e as oportunidades do negócio.
Em outras palavrar existem três são os princípios da segurança da informação:
- confidencialidade: visa manter informações sigilosas longe de pessoas não autorizadas

para terem acesso a elas. Toda informação deve ser protegida de acordo com o grau de
sigilo de seu conteúdo;

- integridade: visa proteger a informação de modificações não autorizadas, imprevistas ou
não intencionais. Assim, toda informação deve ser mantida na mesma condição em que foi
disponibilizada pelo seu proprietário; e

- disponibilidade: toda informação gerada ou adquirida deve estar disponível aos seus
usuários no momento em que eles necessitem dela.
 
A preservação destes três três princípios constitui o paradigma básico da segurança da

informação, mas é importante conhecer seus agentes: ameaças, vulnerabilidades, perímetro,
riscos, mecanismos de segurança e responsável pela segurança (security officer).


Ameaças e Vulnerabilidades


O RFC 2828 (2002) define ameaça como sendo um potencial para violação dos controles de
segurança, o qual existe quando se tem uma circunstância, capacidade, ação ou evento que
pode romper a segurança e causar impactos nos negócios. Assim, quanto maior as
lnerabilidades, pontos inseguros não gerenciados, maiores são as chances de uma ameaça
obter sucesso em seu “ataque”, ou seja, maior é o risco ao ativo ou informação.

Perímetro


Geralmente o alvo de qualquer ameaça é a informação, pois a informação é vital para a
organização e hoje seu fluxo está distribuído e compartilhado, ao invés de centralizado. Logo,
para planejar segurança significa avaliar o perímetro da informação e reduzir a vulnerabilidades. Conforme exemplo citado por Sêmola (2003), pense em uma casa. O padrão da maioria das casas é de possuir duas portas, uma de entrada ou social e uma de serviço. Afinalidade das delas é a mesma, servir como dispositivo de controle de acesso físico.
Entretanto, se a porta social três travas e a de serviço uma, elas oferecem níveis de segurança diferentes, e houve um desperdício de investimento na porta social, pois dado o perímetro o nível de segurança de uma organização está diretamente associado à segurança oferecida pela‘porta’ mais fraca.
Assim, deve-se analisar se não está havendo proteção demais em certos pontos ou setores e de menos em outros. O conhecimento do perímetro pode minimizar os riscos.

Riscos

As organizações, independentemente do seu segmento ou do seu tipo, possuem milhares de

variáveis que podem se relacionar de maneira direta ou indireta com os seus níveis de risco.
Risco é a probabilidade de que ameaças explorem as vulnerabilidades e, desta forma,
exponham os ativos, causando impactos maiores ou menores. Tais impactos são limitados por
medidas de segurança que protegem os ativos, diminuindo assim o risco.
Considerando R como sendo a taxa de risco, V as vulnerabilidades, A as ameaças, I os
impactos e M as medidas de segurança; o risco pode ser calculado conforme a equação:
R=VxAxI/M
Observe que a inclusão de medidas de segurança significativa reduz o risco. Por isto a
Análise de Riscos e Vulnerabilidades é uma das etapas mais importantes para a construção
de um sistema de gestão de segurança de informação. Tão importante que o capítulo 4 da
NBR ISO/IEC 17799:2005 trata especificamente sobre análise/avaliação e tratamento de
riscos. Segundo a NBR, as análises/avaliações de risco devem identificar e priorizar os riscos
tendo como base critérios de aceitação dos riscos e dos objetivos da organização.
A tendência atual é a análise de riscos baseada na comparação da existência ou não de
controles de segurança, e não mais com o foco principal somente nas vulnerabilidades, por
causa da ampla aceitação e credibilidade da norma ISO/IEC 17799 no campo da gestão da
segurança da informação. Assim, os responsáveis por segurança não precisam trabalhar nas
vulnerabilidades individualmente, mas sim nos controles propostos pela norma, o que também
qualifica a organização para uma futura certificação.

Mecanismos de Segurança


Os mecanismos de controle de segurança são adquiridos, configurados e implementados com
a finalidade de atingir o nível de risco aceito em levantamento anterior. Geralmente a
atividade de implementação dos mecanismos é realizada pela orientação obtida da Análise de
Riscos ou orientada por normas específicas de segurança como a NBR ISO/IEC 17799:2005.
Além dos mecanismos de controle tecnológico, um mecanismo de segurança humano vem
ganhando espaço e sendo cada vez mais valorizado pelas organizações: é o profissional de
segurança ou o Security Officer. O RFC 2828 (2002) define-o como sendo a pessoa
responsável pela aplicação ou administração da política de segurança aplicada a todo o
sistema.
O Security Officer, em virtude das grandes atribuições e responsabilidades, preferencialmente
deve estar no mesmo nível dos executivos da organização. Algumas habilidades são
fundamentais para este profissional, tais como: possuir perfil tecnológico, saber conduzir
projetos, facilidade de comunicação, habilidade de mobilizar pessoas, e seriedade e credibilidade.

Normas de Segurança da Informação e Norma NBR ISO/IEC 17799:2005
As normas foram criadas para estabelecerem diretrizes e princípios para melhorar a gestão de
segurança nas empresas e organizações (HOLANDA, 2006). Na área de segurança da
informação, duas normas auxiliam o security officer (ROCHA, 2006): as normas BS (British
Standard) 7799 e ISO/IEC 17799. No ano de 2000 a ABNT resolveu aceitar a norma ISO
como padrão brasileiro, surgindo em 2001 a NBR 17799:2001 – Código de Prática para a Gestão da Segurança da Informação.

domingo, 3 de abril de 2011

Normas a seguir para instalação de cftv


Para se instalar os sistemas de cftv deve-se levar em consideração algumas normas para estas questões tais como:

• NBR 5410 - Execução de instalações elétricas de baixa tensão;


• NBR 5474 - Eletrotécnica e Eletrônicos - conectores elétricos;

• NBR 5471 - Condutores Elétricos;

• Normas Americanas EIA/TIA;

• NBR 14565 – Normas de Cabeamento Estruturado para Rede Interna de Telecomunicações;

• Práticas SEAP - Governo Federal;

NBR 5410


"INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO"
Objetivo
Esta Norma estabelece as condições que as instalações elétricas de baixa tensão devem satisfazer a fim de garantir a segurança de pessoas e animais, o funcionamento adequado da instalação e a conservação dos bens.
Esta Norma aplica-se principalmente às instalações elétricas de edificação, residencial, comercial, público, industrial, de serviços, agropecuário, hortigranjeiro, etc.
Esta Norma aplica-se às instalações elétricas:
A. em áreas descobertas das propriedades, externas às edificações;
B. reboques de acampamento (trailers), locais de acampamento (campings), marinas e instalações análogas;
C. canteiros de obra, feiras, exposições e outras instalações temporárias.
D. aos circuitos elétricos alimentados sob tensão nominal igual ou inferior a 1 000 V em corrente alternada, com freqüências inferiores a 400 Hz, ou a 1500 V em corrente continua;
E. aos circuitos elétricos, que não os internos aos equipamentos, funcionando sob uma tensão superior a 1 000 V e alimentados através de uma instalação de tensão igual ou inferior a 1 000 V em corrente alternada (por exemplo, circuitos de lâmpadas a descarga, precípitadores eletrostáticos etc.);
F. a toda fiação e a toda linha elétrica que não sejam cobertas pelas normas relativas aos equipamentos de utilização;
G. às linhas elétricas fixas de sinal (com exceção dos circuitos internos dos equipamentos).
NOTA: A aplicação às linhas de sinal concentra-se na prevenção dos riscos decorrentes das influências mútuas entre essas linhas e as demais linhas elétricas da instalação, sobretudo sob os pontos de vista da segurança contra choques elétricos, da segurança contra incêndios e efeitos térmicos prejudiciais e da compatibilidade eletromagnética.
Esta Norma aplica-se às instalações novas e a reformas em instalações existentes.
NOTA: Modificações destinadas a, por exemplo, acomodar novos equipamentos elétricos, inclusive de sinal, ou substituir equipamentos existentes, não caracterizam necessariamente uma reforma geral da instalação.
Esta Norma não se aplica a:
A. instalações de tração elétrica;
B. instalações elétricas de veículos automotores;
C. instalações elétricas de embarcações e aeronaves;
D. equipamentos para supressão de perturbações radioelétricas, na medida em que não comprometam a segurança das instalações;
E. instalações de iluminação pública;
48 - COMISSÃO TRIPARTITE PERMANENTE DE NEGOCIAÇÃO DO SETOR ELETRICO NO ESTADO DE SP
F. redes públicas de distribuição de energia elétrica;
G. instalações de proteção contra quedas diretas de raios. No entanto, esta Norma considera as conseqüências dos fenômenos atmosféricos sobre as instalações (por exemplo, seleção dos dispositivos de proteção contra sobretensões);
H. instalações em minas;
I. instalações de cercas eletrificadas.
Os componentes da instalação são considerados apenas no que concerne à sua
seleção e condições de instalação. Isto é igualmente válido para conjuntos em
conformidade com as normas a eles aplicáveis.
A aplicação desta Norma não dispensa o atendimento a outras normas complementares,
aplicáveis as instalações e locais específicos.
NOTA: São exemplos de normas complementares a esta Norma as ABNT NBR 13534,
ABNT NBR 13570 e ABNT NBR 5418.
A aplicação desta Norma não dispensa o respeito aos regulamentos de órgãos
públicos aos quais a instalação deva satisfazer.
As instalações elétricas cobertas por esta Norma estão sujeitas também, naquilo
que for pertinente, às normas para fornecimento de energia estabelecida pelas
autoridades reguladoras e pelas empresas distribuidoras de eletricidade.

NBR 5474


Eletrotécnica e eletrônica - Conector elétrico

1 Objetivo


Esta Norma define termos relacionados com conectores elétricos, de qualquer tipo, destinados a fazer ligações elétricas de condutores.

2 Documento complementar

NBR 5456 - Eletrotécnica e eletrônica - Eletricidade geral - Terminologia

3 Generalidades
3.1 Os termos gerais de eletricidade e tecnologia elétrica, utilizados nesta Norma, são definidos na NBR 5456.
3.2 Na utilização desta Norma, deve ser entendido que cada termo é definido de acordo com o campo de aplicação delimitado pelo objetivo da Norma.

4 Definições

4.1 Condutor de derivação

Condutor elétrico ligado a um condutor-tronco.

4.2 Condutor-tronco


Condutor elétrico contínuo do qual outros condutores podem ser derivados.

4.3 Conector

Dispositivo eletromecânico que faz ligação elétrica de condutores, entre si e/ou a uma parte condutora de um equipamento, transmitindo ou não força mecânica e conduzindo corrente elétrica.

4.4 Conector de adaptação

Conector que permite a ligação elétrica entre condutores ou conectores, quando, por razões mecânicas, eles não podem ser ligados diretamente entre si.

4.5 Conector em ângulo

Conector que liga condutores de eixos não paralelos.
Nota: Este tipo de conector é geralmente designado pela letra que melhor representa o aspecto da ligação. Por exemplo, conector L (T, V, X, Y).

4.6 Conector anticorona

Conector projetado para apresentar efeito corona reduzido.

4.7 Conector de aterramento


1) Conector que liga um ou mais condutores a um eletrodo de aterramento.
2) Conector utilizado em um conjunto de aterramento de linhas ou equipamentos desenergizados, que podem ser acidentalmente energizados.

4.8 Conector de atrito

Conector no qual a força de aperto com o condutor depende da tração exercida por este.

4.9 Conector blindado

Conector que protege os condutores internos contra interferências eletromagnéticas externas e impede que eles propaguem interferências eletromagnéticas para o exterior.

4.10 Conector cabo-tubo

Conector de adaptação que liga a extremidade de um cabo à extremidade de um tubo.

4.11 Conector coaxial

Conector cujas partes condutoras são concêntricas.

4.12 Conector à compressão

Conector que se fixa ao condutor por deformação plástica de ambos, resultante de compressão por ferramenta especial.

4.13 Conector de cruzamento

Conector que liga dois condutores não paralelos, em pontos afastados das extremidades de ambos.

4.14 Conector derivação

Conector que liga um condutor derivação a um condutortronco.

4.15 Conector de emenda

Conector que liga as extremidades de dois condutores de mesma forma e mesma seção transversal.

4.16 Conector de expansão

Conector que proporciona uma ligação flexível entre condutores rígidos, ou entre um condutor rígido e um terminal de equipamento.

4.17 Conector fio-cabo

Conector de adaptação que liga a extremidade de um fio à extremidade de um cabo.

4.18 Conector fixo

Conector que se fixa em uma superfície rígida.

4.19 Conector isolado

Conector envolvido parcial ou totalmente por material isolante.

4.20 Conector L

Ver “Conector em ângulo”.

4.21 Conector livre

Ver “Terminal (de condutor)” (4.36).

4.22 Conector misto

Conector que utiliza modos diferentes de fixação para os condutores.

4.23 Dispositivo multipino

Dispositivo eletromecânico constituído de duas ou mais partes condutoras montadas em uma base isolante.
Nota: Este dispositivo é geralmente qualificado de acordo com a forma da base isolante. Por exemplo, dispositivo multipino circular (retangular, trapezoidal).

4.24 Dispositivo multipino linear

Dispositivo multipino cujas partes condutoras são dispostas em fileiras paralelas.

4.25 Conector paralelo

Conector que liga condutores de eixos paralelos.

4.26 Conector de parafuso

Conector que se fixa aos condutores por aperto de parafusos.

4.27 Conector de parafuso fendido

Conector de parafuso em que os condutores são alojados em um rasgo no corpo do parafuso e de faces paralelas ao eixo do mesmo.

4.28 Conector de pino

Conector constituído de várias partes interligadas, cada uma delas ligada a um condutor, e no qual a força de inserção e retenção dos contatos é proporcionada por deformação elástica.

4.29 Conector resistente ao ambiente

Conector dotado de proteção especial contra meio ambiente agressivo.

4.30 Conector de redução


Conector que liga as extremidades de dois condutores de mesma forma e seções transversais diferentes.

4.31 Conector roscado

Conector no qual o contato com o condutor é feito em região roscada.

4.32 Conector soldado

Conector que se fixa ao condutor por meio de solda.

4.33 Conector T

Ver “Conector em ângulo”.

4.34 Terminal (de condutor)

Conector que se fixa na extremidade de um fio ou cabo, para fazer a ligação deste a um terminal de equipamento ou a um outro condutor.

4.35 Conector de tração reduzida

Conector que transmite forças mecânicas reduzidas em relação às forças de ruptura dos condutores que interliga.

4.36 Conector de tração total

Conector que transmite forças mecânicas elevadas em relação às forças de ruptura dos condutores que interliga.

4.37 Conector trançado

Conector que liga condutores paralelos por deformação plástica, em que o conector e os condutores formam uma

trança espiralada.

4.38 Conector V

Ver “Conector em ângulo”.

4.39 Conector X

Ver “Conector em ângulo”.

4.40 Conector Y

Ver “Conector em ângulo”.

4.41 Emenda

Ligação de uma das extremidades de dois ou mais condutores.

4.42 Junção

Ligação da extremidade de um condutor a uma parte, que não a extremidade, de um outro condutor.

4.43 Ligação em cruz

Ligação de dois condutores em pontos diferentes das extremidades de ambos.

NBR 5471
Condutores Elétricos;

1 Objetivo
1.1 Esta Norma define os termos relacionados a
condutores elétricos em geral.
1.2 Esta Norma não inclui:
a) termos gerais de eletricidade e tecnologia elétrica  (ver NBR 5456);
b) condutores para telefonia.
2 Documento complementar
Na aplicação desta Norma é necessário consultar:
NBR 5456- Eletrotécnica e eletrônica - Eletricidade geral - Terminologia
3 Definições
Para os efeitos desta Norma são adotadas as definições de 3.1 a 3.7.
Nota: Na utilização das definições desta Norma deve ser entendido:
a) que cada termo é definido de acordo com a sua aplicação no campo delimitado em 1.1
b) que uma palavra ou expressão entre parênteses no título de um termo, indicando uma restrição ou particularidade de emprego do mesmo, pode ser omitida em uma determinada aplicação.
3.1 Termos gerais

3.1.1 Vergalhão

Produto metálico de seção maciça circular, destinado à produção de fios.

3.1.2 Condutor

Produto metálico, de seção transversal invariável e de comprimento muito maior do que a maior dimensão transversal, utilizado para transportar energia elétrica ou transmitir sinais elétricos.

3.1.3 Fio

Produto metálico maciço e flexível, de seção transversal invariável e de comprimento muito maior do que a maior dimensão transversal.

Nota: Na tecnologia elétrica, os fios são geralmente utilizados como condutores elétricos, por si mesmos ou como componentes de cabos; podem ser também utilizados com função mecânica ou eletromecânica.

3.1.4 Barra

Condutor rígido, em forma de tubo ou de seção perfilada, fornecido em trechos retilíneos.

3.1.5 Cabo


Conjunto de fios encordoados, isolados ou não entre si, podendo o conjunto ser isolado ou não.

3.1.6 Cordão

Cabo flexível, com reduzido número de condutores isolados de pequena seção transversal.

3.1.7 Cordoalha

Condutor formado por um tecido de fios metálicos.

3.1.8 Capacidade de condução de corrente

Corrente máxima que pode ser conduzida continuamente por um condutor ou conjunto de condutores, em con-dições especificadas, sem que a sua temperatura em re-gime permanente ultrapasse um valor especificado.

3.1.9 Revestimento

Camada delgada de um metal ou liga, depositada sobre um metal ou liga diferente, para fins de proteção.

3.1.10 Capeamento

Camada espessa de um metal ou liga, depositada sobre um metal ou liga diferente, com função especificamente
condutora.

3.1.11 Condutor sólido

Condutor de seção transversal maciça.

3.1.12 Condutor encordoado

Condutor constituído por um conjunto de fios dispostos helicoidalmente.

3.1.13 Condutor em feixe

Condutor encordoado, no qual os fios individuais são reunidos em uma disposição helicoidal de maneira aleatória, de mesmo sentido e mesmo passo, mas sem formar coroas definidas.

3.1.14 Condutor isolado

Fio ou cabo dotado apenas de isolação.

3.1.15 Condutor setorial

Condutor cuja seção transversal tem forma aproximada de setor circular.

3.1.16 Condutor compactado

Condutor encordoado no qual foram reduzidos os interstícios entre os fios componentes, por compressão mecânica, trefilação ou escolha adequada da forma ou disposição dos fios.

3.1.17 Condutor concêntrico

Condutor disposto de modo a envolver um ou mais condutores isolados.

3.1.18 Condutor Milliken

Condutor encordoado compreendendo um conjunto de condutores encordoados não circulares, separados entre si por uma isolação delgada.

3.1.19 Condutor combinado

Condutor encordoado em que os fios da última coroa têm diâmetros diferentes dos fios das coroas anteriores.

3.1.20 Condutor anular

Condutor construído de modo a prover um canal central.

3.1.21 Condutor segmentado

Condutor constituído por condutores elementares com seção em forma de setor circular, isolados mutuamente ou alternadamente e encordoados.

3.1.22 Condutor tínsel

Condutor constituído por um conjunto de elementos dispostos helicoidalmente em torno de um núcleo têxtil da sustentação, sendo cada elemento formado por uma ou mais fitas metálicas delgadas e torcidas helicoidal-mente.

3.2 Fios

3.2.1 Fio nu

Fio sem revestimento, isolação ou cobertura.

3.2.2 Fio coberto

Fio com ou sem revestimento, dotado de cobertura.

3.2.3 Fio revestido

Fio dotado de revestimento.
Nota: Esta definição pode ser particularizada de acordo com o metal de revestimento: fio estanhado, fio cadmiado, fio cobreado, fio prateado, fio zincado, etc.

3.2.4 Fio isolado

Fio com ou sem revestimento, dotado de isolação.

3.2.5 Fio redondo

Fio com seção transversal circular.

3.2.6 Fio perfilado

Fio cuja seção transversal é diferente de círculo.
Nota: Esta definição pode ser particularizada de acordo com a forma de seção: fio retangular, fio quadrado, etc.

3.2.7 Fio ranhurado

Fio nu, com ranhuras longitudinais para facilitar sua fixação.

3.2.8 Fio de aço-cobre


Fio constituído por um núcleo central de aço com capeamento de cobre.

3.2.9 Fio de aço-alumínio

Fio constituído por um núcleo central de aço com capeamento de alumínio.

3.3 Cabos

3.3.1 Cabo nu

Cabo sem isolação ou cobertura, constituído de fios nus.

3.3.2 Cabo coberto

Cabo dotado unicamente de cobertura.

3.3.3 Cabo revestido

Cabo sem isolação ou cobertura, constituído de fios revestidos.

3.3.4 Cabo isolado

Cabo constituído de uma ou mais veias e, se existentes, o envoltório individual de cada veia, o envoltório do conjunto das veias e os envoltórios de proteção do cabo, podendo ter também um ou mais condutores não isolados.

3.3.5 Cabo unipolar

Cabo constituído por um único condutor isolado e dotado no mínimo de cobertura.

3.3.6 Cabo multipolar

Cabo constituído por dois ou mais condutores isolados e dotado no mínimo de cobertura.

3.3.7 Cabo multiplexado

Cabo formado por dois ou mais condutores isolados, ou cabos unipolares, dispostos helicoidalmente, sem cobertura.

3.3.8 Cabo multiplexado auto-sustentado

Cabo formado por um ou mais condutores isolados, ou cabos unipolares, e um condutor de sustentação isolado ou não, dispostos helicoidalmente, sem cobertura.

Nota: É também denominado “cabo pré-reunido”.

3.3.9 Cabo setorial

Cabo multipolar cujos condutores são setoriais.

3.3.10 Cabo concêntrico

Cabo multipolar constituído por um condutor central isolado e uma ou mais camadas isoladas entre si, de condutores dispostos helicoidalmente.

3.3.11 Cabo de controle

Cabo utilizado em circuitos de controle de sistemas e equipamentos elétricos.

3.3.12 Cabo a campo radial

Cabo provido de blindagem semicondutora e/ou condutora, envolvendo cada condutor e sua isolação.

3.3.13 Cabo cintado

Cabo multipolar dotado de cinta isolante, sendo normalmente a campo não radial.

3.3.14 Cabo de potência

Cabo unipolar ou multipolar utilizado para transporte de energia elétrica em instalações de geração, transmissão, distribuição ou utilização de energia elétrica.

3.3.15 Cabo sob pressão

Cabo de potência cuja isolação é mantida sob pressão superior à pressão atmosférica, por meio de um fluido adequado com função isolante.

3.3.16 cabo a gás

Cabo sob pressão em que o fluido é um gás inerte.

3.3.17 Cabo a SF6

Cabo sob pressão em que a isolação é hexafluoreto de enxofre.

3.3.18 Cabo a óleo fluido

Cabo sob pressão em que o fluido é um óleo isolante, sendo projetado de modo que o óleo possa se mover livremente no seu interior.

3.3.19 Cabo tubular

Cabo sob pressão em que o fluido é contido em um tubo metálico rígido, instalado previamente em posição.
Nota: Em inglês - pipe-type cable.

3.3.20 Cabo seco

Cabo unipolar ou multipolar cuja isolação é constituída exclusivamente por material sólido.

3.3.21 Cabo com isolação extrudada

Cabo cuja isolação consiste geralmente em uma camada de um material termoplástico ou termofixo, aplicada por um processo de extrusão.

3.3.22 Cabo com isolação de papel impregnado

Cabo cuja isolação é constituída por fitas de papel impregnadas com compostos isolantes e dotado de capa metálica.

3.3.23 Cabo não escoante (com isolação de papelimpregnado)

Cabo com isolação de papel impregnado, no qual o impregnante não é fluido na temperatura máxima admissível em serviço.

3.3.24 Cabo flexível

Cabo capaz de assegurar uma ligação que pode ser flexionada em serviço.

3.3.25 Cabo criogênico

Cabo cujos condutores são mantidos na faixa de temperaturas criogênicas.

3.3.26 Cabo de aquecimento

Cabo projetado para gerar calor para fins de aquecimento.

3.4 Componentes e formação dos cabos

3.4.1 Alma

Fio ou conjunto de fios que formam o núcleo central de um cabo, para aumentar a resistência mecânica deste.

3.4.2 Condutor (de um cabo isolado)

Componente do cabo que tem a função específica de conduzir corrente.

3.4.3 Corda

Componente de um cabo, constituído por um conjunto de fios encordoados e não isolados entre si.

3.4.4 Perna

Corda destinada a ser encordoada para formação de cochas, ou para formação de uma corda com encordoamento composto.

3.4.5 Cocha

Corda formada por pernas, destinadas a ser encordoada para formação de uma corda com encordoamento bicomposto.

3.4.6 Coroa

Conjunto de componentes ou de partes de componentes de um cabo, dispostos helicoidalmente e eqüidistantes de um centro de referência.

3.4.7 Encordoamento

Disposição helicoidal de fios ou de grupos de fios ou de outros componentes de um cabo.

3.4.8 Encordoamento simples

Encordoamento formado por fios.

3.4.9 Encordoamento composto

Encordoamento formado por pernas.

3.4.10 Encordoamento bicomposto

Encordoamento formado por cochas.

3.4.11 Sentido de encordoamento

Sentido para a direita (horário) ou para a esquerda (antihorário), segundo o qual os fios ou grupos de fios, ou outros componentes de um cabo, ao passarem por sua parte superior, se afastam do observador que olha na direção do eixo do cabo.

3.4.12 Passo de encordoamento

Comprimento da projeção axial de uma volta completa dos fios ou grupos de fios, ou outros componentes, de uma determinada coroa.

3.4.13 Seção de um cabo

Soma das áreas das seções transversais dos fios componentes.

3.4.14 Seção de um cabo multipolar

Para condutores componentes de seções iguais, a seção do cabo é indicada sob forma de produto do número de condutores pela seção de um deles.

Nota: Se os condutores componentes têm seções diferentes, a seção do cabo é indicada sob forma de soma dos produtos do número de condutores de cada seção pela respectiva seção.

3.4.15 Blindagem

Envoltório condutor ou semicondutor, aplicado sobre o condutor ou sobre o condutor isolado (ou eventualmente sobre um conjunto de condutores isolados), para fins elétricos.

3.4.16 Veia

Condutor isolado componente de um cabo.

3.4.17 Cinta isolante

Isolação aplicada sobre a reunião das veias de um cabo multipolar.

3.4.18 Enchimento

Material utilizado em cabos multipolares para preencheros interstícios entre as veias.

3.4.19 Amarração

Elemento colocado sobre um conjunto de veias de um cabo multipolar, para mantê-las firmemente juntas.

3.4.20 Armação

Elemento metálico que protege um cabo contra esforços mecânicos

3.4.21 Acolchoamento

Material não metálico que protege mecanicamente o componente situado diretamente sob ele, em um cabo unipolar ou multipolar

.3.4.22 Capa


Invólucro interno metálico ou não, aplicado sobre umaveia ou sobre um conjunto de veias de um cabo.

3.4.23 Cobertura

Invólucro externo não metálico e contínuo, sem função de isolação.

3.4.24 Trança

Invólucro formado de fios ou grupo de fios, metálicos ou não metálicos, entrelaçados.

3.4.25 Separador

Invólucro não metálico, sem função de isolação, colocado entre componentes de um cabo para impedir contatos diretos entre eles.

3.4.26 Cintamento

Conjunto de fios ou fitas geralmente metálicas, aplicado sobre a capa de um cabo para lhe permitir suportar os esforços mecânicos devidos à pressão interna.

3.4.27 Cabeça de puxamento

Dispositivo colocado na extremidade externa de um cabo enrolado na bobina, para permitir o puxamento durante a instalação.

3.5 Cabos para linhas aéreas

3.5.1 Cabo de alumínio

Cabo formado exclusivamente por fios de alumínio.

Nota: É também denominado “Cabo CA”.

3.5.2 Cabo de alumínio com alma de aço

Cabo formado por uma ou mais coroas de fios de alumínio, em torno de uma alma de um ou mais fios de aço.

Nota: É também denominado “Cabo CAA”.

3.5.3 Cabo de alumínio-liga

Cabo formado exclusivamente por fios de alumínio-liga.

Nota: É também denominado “Cabo CAL”.

3.5.4 Cabo de alumínio-liga com alma de aço

Cabo formado por uma ou mais coroas de fios de alumínio-liga, em torno de uma alma de um ou mais fios de aço.

Nota: É também denominado “Cabo CALA”.

3.5.5 Cabo de aço-cobre

Cabo formado por fios de aço com capeamento de cobre.

3.5.6 Cabo de aço-alumínio

Cabo formado por fios de aço com capeamento de alumínio.

3.5.7 Cabo de aço zincado

Cabo formado por fios de aço com revestimento de zinco.

3.5.8 Cabo isolado aéreo

Cabo isolado apropriado para ser instalado acima do solo, em instalações externas.

3.6 Barras

3.6.1 Barra nua

Barra sem revestimento, isolação ou cobertura.

3.6.2 Barra revestida

Barra dotada de revestimento.

Nota: Esta definição pode ser particularizada de acordo com o metal de revestimento: barra estanhada, barra cadmiada, barra cobreada, barra prateada, barra zincada, etc.

3.6.3 Barra isolada

Barra com ou sem revestimento, dotada de isolação.

3.6.4 Barra redonda

Barra cuja seção transversal é um círculo ou uma coroa de círculo.

3.6.5 Barra perfilada

Barra cuja seção transversal é diferente de círculo ou coroa de círculo.

Nota: Esta definição pode ser particularizada de acordo com a forma de seção: barra retangular, barra I, etc.

3.6.6 Barra de aço-cobre

Barra constituída por um núcleo central de aço com capeamento de cobre.

3.6.7 Barra de aço-alumínio

Barra constituída por um núcleo central de aço com capeamento de alumínio.

3.7 Acessórios de cabos isolados

3.7.1 Terminal

Acessório que estabelece a conexão de um cabo a um outro elemento de um sistema elétrico e que proporciona o controle de campo elétrico e a selagem do cabo.

3.7.2 Terminal para uso interno

Terminal para aplicação ao ar ambiente, não exposto às intempéries.

Nota: Sinônimo - terminação.

3.7.3 Terminal para uso externo


Terminal para aplicação ao ar ambiente, exposto às

intempéries.

3.7.4 Acessório isolado desconectável

Acessório isolado e blindado, para terminar e/ou conectar

eletricamente um cabo de potência isolado a equipamentos

elétricos, outros cabos de potência, ou ambos,

projetado de tal maneira que a conexão elétrica possa,

ser facilmente estabelecida ou interrompida, encaixandose

ou separando-se peças correspondentes do acessório

na interface de operação.

3.7.5 Emenda

Acessório que possui a função de emendar dois ou mais

cabos através da conexão de seus condutores, de

reconstituir o isolamento, dar continuidade às eventuais

blindagens ou capas metálicas, proporcionar o controle

do campo elétrico e dar proteção contra agentes externos.

3.7.6 Emenda reta

Emenda em que dois cabos são unidos pelas suas extremidades,

de modo que seus eixos coincidam, tor-nandose

um o prolongamento do outro.

3.7.7 Emenda de derivação

Emenda através da qual, de um cabo principal, é derivado

um ou mais cabos, geralmente de seção de condutor

menor ou igual.

3.7.8 Derivação em T

Emenda de derivação na qual os eixos dos dois cabos
são aproximadamente perpendiculares.

3.7.9 Derivação em Y

Emenda de derivação na qual os eixos dos dois cabos são aproximadamente paralelos.

3.7.10 Emenda leque

Acessório que assegura a ligação de um cabo tripolar a cabos unipolares.

3.7.11 Caixa de emenda

Componente que tem a função de invólucro de proteção mecânica e de barreira contra agentes externos, constituídos de uma ou mais partes interligáveis e que pode conter substâncias ou composto de enchimento.

3.7.12 Caixa de terminais

Caixa destinada a alojar terminais de cabos.

3.7.13 Caixa divisória

Caixa que se adapta na extremidade de um cabo multipolar, para assegurar a saída individual dos seus condutores como cabos unipolares, sem perturbar a isolação dos condutores.

3.7.14 Caixa de trifurcação

Caixa divisória utilizada em um cabo tripolar.

3.7.15 Emenda de retenção

Acessório que possui a função de emendar dois cabos, assegurando que o fluido de um deles fique separado do fluido ou da isolação do outro, por meio de um septo resistente à pressão.

Nota: Em inglês - stop joint.

3.7.16 Emenda de transição

Acessório que faz a ligação de dois cabos com diferentes tipos de isolação.

3.7.17 Emenda de seccionamento

Emenda de cabo na qual a capa metálica e a blindagem da isolação são eletricamente seccionadas.



Com relação as demais normas basta pesquisar as normas que faltaram acima.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

CFTV

O que é cftv?

Circuito fechado de telvisão, um sistema de televisionamento que distribui sinais provenientes de cameras localizadas em locais especificos, para pontps de vizualizações.

Como é composto um sistema de cftv?

O sistema e composto dos seguintes itens:
Reprodutor (Câmeras)
Transmissor de video (Cabo, Fibra óptica, Transmissores sem Fio ou Redes, etc...)
Processadores de Vídeo (sequencias, Quads, 2x Quad, 3x Quad, 4x Quad, Multiplex).
Gravadores DVR'S (Stand alones, Placas de Captura).
Gravadores NVR'S (Câmeras IP'S, Net Servidor IP).
Monitor de Vídeo (Monitor LCD, TV, Celular).


Tipos de iluminação em cftv

A luminosidade das cameras é definida por LUX ( Lúmens por metro quadrado). Um LUX é comparado ao volume de luz produzido por uma vela há um metro de distancia.

DIA CLARO ...................................10.000 LUX
DIA ESCURO ...................................1.000 LUX
DIA NUBLADO ...................................100 LUX
ENTARDECER .......................................10 LUX
ANOITECER .............................................1 LUX
NOITE DE LUA CHEIA ............................0,1 LUX
NOITE LUA MINGUANTE .......................0,001 LUX   ..... MINIMO PARA CIRCUITO EXTERNO
ESCURIDÃO TOTAL .......................................0 LUX    .... MINIMO PARA CIRCUITO INTERNO

TIPOS DE LENTES

Existem vários tipos de lente no mercado, porém as mais utilizadas são 2.8 mm, 3.6 mm, 6mm, 8mm, 12mm, 16mm, 35mm, 50mm.
Uma regra importante é que: Quanto maior for a lente melhor será seu campo de visão e maior sera sua proximidade.

Irís de uma lente
É quem controla a quantidade de luz que passará pela lente é tera seu redirecionamento feito ao sensor de imagem
Seus tipos são:
Fixa : Tipo simples com quantidade de luz pré definido pelo fabricante, este tipo e indicado para área interna ou com pouca variação de ambiente
Manual : Pode ter a abertura de lua lente ajustada manualmente para quantidade de luz desejada.
Auto iris: Mecanismo eletrônico-optico que controla a quantidade de luz que passara atravéz da lente.
Além disto existe a diferença na distancia focal que é a seguinte

Foco simples: lente de tamanho fixo.
Varifocal: Lentes de tamanho ajustavel podendo variar como por exemple de 5 a 50 mm conforme ajuste desejado.

SENSOR DE IMAGEM

É o item que capta a cena já pré tratada pela lente e a transforma em cinais eletronicos passando para o processador de video, as quais existem os seguintes tipos:

CMOS: baixo custo, porém menos sensivel e baixa resolução, tecnologia ja ultrapassada
CCD: Custo maior porém qualidade sensibilidade e resolução melhor.

CÂMERAS PARA CFTV

Onde é capturada e tratada previamente a imagem e assim amplificada em seu sinal, existem assim os segintes tipos de cameras:

Micro câmeras: Câmeras de tamanho bem reduzido baixa qualidade mas pode atender as necessidades




Mini câmeras: Câmeras de maior alcance até 20mts com melhor qualidade



Câmeras PIN-HOLE: São Mini câmeras ou micro câmeras que possuem uma lente especial, para camuflagem que são as utilizadas em canetas, sensores camuflados etc...
Infra Red: Câmeras que variam de 10 a 100 mts com lentes normalmente em ccd e possuem um sensor de luminosidade que ativam pequenos leds internos permitindo a gravação de imagem ate mesmo com a ausencia total de luz ambiente (0 lux). É hoje a mais procurada do mercado mas lembrando que as  de melhor qualidade são as que possuem ccd sony.

Speed Dome: Câmeras altamente avançadas com movimento de 360° na horizontal e 90° na vertical possuindo assim um campo de visão fantastico, onde se pode fazer presets ( campo de visão predefinidos para facilitar a busca de uma posição ou simplesmente colocar um sistema de detecção de movimento) Zoom de 220x sendo 22x Óptico (que não a perca de qualidade de imagem) e 10x digital ( que na verdade é a aproximação do pixel) ( desta forma 22x10=220), possue alem disto Tours (monitoramento automatico do ambiente) e auto-track (sitema de auto busca de acordo com o movimento)

O controle e feito atravez de DVRS desde que possuam suporte ptz porém e necessário o uso do conversor RS 232/485 e por uma mesa controladora que pode controlar ate 256  speed's  e um speed pode ser controlado por ate 2 mesas, onde uma será a escrava e outra a mestre.
Câmeras profissionais: Equipadas com sensor tipo ccd sony de 1/3 e alta resolução, a pricnipal característica que diferencia a câmera profissional de uma mini-câmera são as funções de ajuste que elas possuem , Agc ou CAG ( controle de ganho que permite ajuste automatico de nivel de sinal de video de acordo com a iluminação do ambiente) BLC ( compensação de luz de fundo) ES ( evita o exesso de ganho de bilho usado em iris fixa)

camera veicular, cameras em veiculos, cameras, monitoração de cameras.
O conceito de caixa-preta é amplamente utilizado nos aviões e barcos. O mesmo conceito pode ser aplicado para os veículos terrestres através dessa ferramenta.
Com ele você pode armazenar informações como velocidade, posicionamento, vídeo, áudio entre outras funções.
O conjunto dessas informações (áudio + vídeo + localização) permite que o dono da frota faça uma reconstituição completa do evento em casos como:

• Colisão ou acidente: permite visualizar quem era o verdadeiro ***culpado/inocente

• Multas e infração de trânsito: permite identificar o condutor

• Identificar e corrigir atitudes dos motoristas: pode ser feito uma leitura completa de como o motorista está se comportando em trânsito

• Auditoria de serviço: caso o veículo seja utilizado para prestar serviço, através da câmera é possível visualizar todo o trajeto e analisar se o serviço está sendo prestado de forma eficiente para o cliente

• Entre outros benefícios

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS


 FUNCIONALIDADES


 DRS (Driving Recording System) +


 Gravação de voz + GPS Interno


 CARACTERÍSTICAS


 Câmera de alta resolução (1.3M pixel).


 Visualização da posição e velocidade atual junto com sistema do Google Maps e Internet.


 Padrão 3D G-Sensor


 Design compacto e moderno.


 Fácil e rápida instalação


 Simples usabilidade.


 ACESSÓRIOS


 Suporte da câmera, Cabo de força, Manual, adesivos dupla-face, SD Card(até 16GB)


DESCRIÇÃO SOFTWARE

Através do software, é possível fazer a leitura do que ACONTECEU dentro do veículo. Praticamente são os OLHOS DO DONO que ficam dentro do carro. Reproduz de forma clara:

1. O trajeto percorrido pelo carro

2. Tudo o que o motorista estava conversando

3. Como o motorista estava dirigindo

4. Em qual velocidade ele estava trafegando

Tudo de forma bem simples e rápida.

O cartão de memória pode ser descarregado no PC e voltar para o Condor Xdriven para continuar gravando



PRINCIPAIS APLICAÇÕES



• Companhias de seguro: reduz o valor do seguro, pois o motorista passa a dirigir com mais cuidado

• Empresas de transporte (Carga Passageira): passa a monitorar a ação do motorista e verificar se a Carga está chegando de forma rápida e segura para o cliente

• Táxis: permite que o dono da frota cuide do seu patrimônio sem precisar estar presente

• Ônibus escolar: permite monitorar o nível de serviço dos motoristas que carregam as crianças

• Polícia: permite analisar as ações e abordagens dos policiais, servindo como parte da prova
em caso de incidentes

• Bombeiros: permite acompanhar toda a ação e servir de planejamento tático para o treinamento de outros bombeiros

• Ambulâncias: acompanha o nível de serviço do médico e do motorista


VEJA A REPORTAGME DESTE INCRIVEL APARELHO NOS LINK ABAIXO:

http://www.youtube.com/watch?v=BkGM_4CNQk8


Meios de transmissão

São os responsaveis pela transmissão do sinal da camera para o recebptor existem os seguintes tipos
coaxial: cabo constituido por um codutor rigido preferencialmente de cobre e uma malha também preferencialmente de cobre, ambos separados por uma folha de aluminio e um isolante de silicone, a malha e um inibidor de ruidos externos onde para ter melhor eficiencia e necessario que a mesma seja aterrada ou até mesmo ligada no negativo da fonte.

Exitem vários tipos de cabo com porcenteagem de malha diferente sendo que quanto maior essa porcentagem melhor será a blindagem.

Cabo UTP: composto de 4 pares de condutores de cobre 24AWG isolados com polietileno e capa de pvc, o cabo lan pode ser utilizado para transmitir  video proem necessita de um alimentador passivo (não requer alimentação e atigne distancias de ate 500 mts) e ativo ( alcance maior que 500 mts e necessita de alimentação) e necessita de alimentação. O motivo deutilizar o conversor e por causa do sinal não balanceado que tem que ser transformado de 75OHMS para 100OHMS e vice versa, o cabo utp e recomendado para istancias de 300m a 3km.


Fibra óptica: cabo utilizado em longas distancias tecnologia que transfortma o sinal de video em sinal de luz com alta taxa de transmissão e sem perda de sinal, porém é um custo altissimo ainda no Brasil.
Transmissão sem fio: existem 2 tipos a via radio que pode alcançar distancias de ate 10 km e é muito usado em speed dome em rodovias porém, tem um alto custo e sucessivel a interferencia de vários tipos,

Existem ainda o via wireless que já seguie a nova tendencia do mercado pois não ncessitam de dvr ou placa de captura e de facil instalação e ainda tem alta taixa de alcance, usam um sistema de nvr ( NETWORK VIDEO RECORD)  porém no brasil ainda temos um problema serio com nossa internet pois a tecnologia em questao usa uma alta taixa da banda em questão e além disto a taixa de UPLOAD deve ter o mesmo valor da taixa de DOWNLOAD

Processador de vídeo:

Quad 4x2: 4 entradas para câmeras e 2 saidas para monitores
Quad 8x2: 8 entradas para câmeras e 2 saidas para monitores
Duplicador de quad: combina imagens de 2 Quads no mesmo monitor
Quadruplicador de quad: combina 4 quads no mesmo monitor
Sequencial 4x2: sequencia imagens da câmera em tela  cheia.


Gravadores:

Dvr stand alone: Aparelho para gravção digitação, não necessita de computador, já que possui seu próprio Hard Disk, sua própria placa de rrede, sua própria placa de som e video, o que lhe torna muito seguro. Alguns modelos ainda possuem:

- Acesso remoto
- Sistema de back up em dispositivos USB (ex: pendrive)
- Sistema de busca avançado
- Controle de PTZ
- Modo de gravação: Continuo / detecção de movimento
- Controle Remoto
- 4, 9, 16 Canais

NVR: Neste sistema a própria câmera alem de gravar faz a compactação do vídeo, enviando o mesmo através da intranet para um computador da rede que possua o software para gravação, esse apenas armazena informações, lembrando que neste sistema não há necessidade de compactação de conversão pois o mesmo trafega via dados o unico problema e que ocupa muita banda e no Brasil a um problema serio com isso onde nossa tacha de trafego ainda e pequena. Mas apesar disso este sistema é a nova tendencia do mercado e funciona muito bem.
Placas de captura: Sistema parecido com stand alone porém utiliza do computador para a maioria das suas funções sendo assim esse sistema precisa de um pouco mais de atenção, pois possuem certa incompatibilidade com a maioria dos chipset, o qual possue maior compatibilidade e o da INTEL porém existem os que não possuem compatibilidade tais como SIS e VIA, além disto ainda temos incompatibilidade com softwares, desta forma é recomendado que seja dedicado apenas a gravações e protegido por senha.

curso basico de cftv da intelbraz

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Uefi ira substituir bios

Ao passar dos anos houve uma grande evolução no sistemas operacionais porem não aconteceram o mesmo na Bios, por isso sai a nova tecnológica UEFI que aumenta a velocidade de inicialização do setor em certa de 20 vezes no vídeo exemplo ele ja demonstra um computador lenovo ligando com o sistema operacional windows 7 em menos de 20 segundos, conforme mostra o link abaixo.


Lembrando que esta tecnologia não e nova ela ja existe desde 2006 nos computadores MAC fabricado pela apple. E que o significado de UEFI nada mais e do que Unified Extensible Firmware Interface (em outras palavras unificação extensiva da interface do firmware), mais informações no site da UEFI segue o link abaixo:

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

ibm Lotus Symphony

O lotus symphony e um software assim como open office so que ao invés de abrir varias janelas para cada aplicativo de documento, planilha e apresentação o mesmo abre uma unica janela com varias abas para melhor trabalho entre os elementos alem de tambem funcionar como browser de navegação bem leve gratuito e funciona bem em todos os sistemas windows assim como os que testei em linux ( ubuntu, fedora, centos) tem varias funcionalidades e a função de apresentação e bem amplo.

     Segue link para download



A4deskpro

         A4desk pro e uma ótima ferramenta de desenvolvimento de sites em flash de forma dinâmica usa o método de orientação a objetos de forma que mesmo pessoas sem conhecimento algum em html ou qualquer outra linguagem subsequente, pode desenvolver um site dinâmico com ótima aparência em desenvolvimento e rápida leva em torno de uma semana, e alem de ser usado para desenvolvimento de sites se souber usar perfeitamente serve também como uma ferramenta diversificada, com funções usadas como por exemplo em apresentações de aulas e trabalhos relacionados ou ate mesmo para apresentações em empresas.
        o link leva direto ao site para download da ferramenta vale a pena experimentar.
          http://www.a4deskpro.com/index1.php




sugestão feita por: Adalberto Luiz Rizzon